PERA - lanche pré-treino
Coma a pera com casca. Essa parte concentra antioxidantes e fibras - substâncias que fazem com que o açúcar da fruta seja liberado aos poucos no sangue. Bom para quem malha e precisa de energia do começo ao fim da aula.
FONTE: Instagram
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
ENTENDA COMO O CORPO REAGE À MUSCULAÇÃO
Muita gente pratica a musculação - ou treino de força, com pesos - sem saber exatamente como o corpo reage aos treinos. Com isso, essas pessoas acabam sem tirar o máximo proveito dessa prática e demoram mais a atingir seus objetivos de se sentir bem com o corpo.
O primeiro erro é o de acreditar que a musculação transforma gordura em músculos. Isso não é verdade. Embora a musculação ajude a queimar gordura, os exercícios aeróbicos (correr, caminhar, pedalar) são mais eficientes neste aspecto. E a gordura é eliminada, não transformada em músculos.
O músculo, aliás, cresce na musculação como uma forma de defesa do organismo. Simplificando para um melhor entendimento: quando você faz uma treino de força para as pernas, por exemplo, está na verdade estressando as fibras musculares.
Depois do treino, o corpo começa a recompor essas fibras. Se, depois de dois dias, você volta a forçar o mesmo músculo, o processo de recomposição é reiniciado. Só que o corpo entende que aquele músculo precisa ser mais forte, maior, para aguentar a carga à qual está sendo submetido.
Ou seja, o músculo não cresce quando estamos malhando, e sim quando estamos descansando. Por isso, é fundamental para atingir bons resultados ter uma alimentação com os nutrientes necessários para essa recomposição muscular e também ter o descanso necessário, com boas noites de sono.
Isso explica também porque os grupos musculares não devem ser trabalhados todos os dias. Se você malhou tríceps em um dia, não vai trabalhá-lo novamente no dia seguinte, quando o corpo ainda está recompondo-o.
Entendendo esse sistema, podemos compreender também porque é preciso aumentar as cargas de peso com o passar do tempo. Como o músculo é refeito mais forte, é preciso mais carga para "quebrá-lo" novamente e exigir uma reconstrução com ele ainda mais forte.
Agora que você já entende o mecanismo de reação do corpo à musculação, pode malhar com mais consciência. Procure uma academia bem equipada e, principalmente, com bons profissionais para orientá-lo e comece já a se sentir bem com o seu corpo.
FONTE: www.eumesintobem.com.br
O primeiro erro é o de acreditar que a musculação transforma gordura em músculos. Isso não é verdade. Embora a musculação ajude a queimar gordura, os exercícios aeróbicos (correr, caminhar, pedalar) são mais eficientes neste aspecto. E a gordura é eliminada, não transformada em músculos.
O músculo, aliás, cresce na musculação como uma forma de defesa do organismo. Simplificando para um melhor entendimento: quando você faz uma treino de força para as pernas, por exemplo, está na verdade estressando as fibras musculares.
Depois do treino, o corpo começa a recompor essas fibras. Se, depois de dois dias, você volta a forçar o mesmo músculo, o processo de recomposição é reiniciado. Só que o corpo entende que aquele músculo precisa ser mais forte, maior, para aguentar a carga à qual está sendo submetido.
Ou seja, o músculo não cresce quando estamos malhando, e sim quando estamos descansando. Por isso, é fundamental para atingir bons resultados ter uma alimentação com os nutrientes necessários para essa recomposição muscular e também ter o descanso necessário, com boas noites de sono.
Isso explica também porque os grupos musculares não devem ser trabalhados todos os dias. Se você malhou tríceps em um dia, não vai trabalhá-lo novamente no dia seguinte, quando o corpo ainda está recompondo-o.
Entendendo esse sistema, podemos compreender também porque é preciso aumentar as cargas de peso com o passar do tempo. Como o músculo é refeito mais forte, é preciso mais carga para "quebrá-lo" novamente e exigir uma reconstrução com ele ainda mais forte.
Agora que você já entende o mecanismo de reação do corpo à musculação, pode malhar com mais consciência. Procure uma academia bem equipada e, principalmente, com bons profissionais para orientá-lo e comece já a se sentir bem com o seu corpo.
FONTE: www.eumesintobem.com.br
domingo, 1 de janeiro de 2017
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
AGACHAMENTO E COLUNA LOMBAR, É POSSÍVEL TER UMA RELAÇÃO SAUDÁVEL?
Por Sandro Lenzi
A falta de conhecimento técnico muitas vezes é a origem de grandes confusões e conceitos errados. Durante algum tempo (e em alguns casos, até hoje), o agachamento foi tido como um exercício "proibido", por lesionar joelho e coluna, principalmente na parte lombar. Mas hoje, sabe-se que isso não acontece.
O agachamento é um movimento multiarticular, composto por uma extensão de joelhos e de quadril, na fase concêntrica. Desta maneira. diversos músculos são solicitados.
Existem diversos estudos que comprovam que é possível ter uma relação boa entre a saúde articular da coluna em praticantes do agachamento.
O agachamento, quando executado de maneira correta, não sobrecarrega a coluna lombar. Mas para isso, as curvaturas fisiológicas da coluna sejam mantidas intactas. Se a coluna estiver posicionada da maneira como ela deve ser, ela não sofrerá cargas ou pressões aos quais não está adaptada.
Existe um fator fundamental nisso tudo. Em inúmeros casos, os praticantes executam o agachamento em afundo, sem a flexibilidade necessária. Assim, na fase final do movimento, a pelve entra em movimento conhecido como retroversão, que é o "giro" do quadril para frente. Isso faz com que os discos intervertebrais sejam comprimidos e, com isso, além de não estar usando o glúteo máximo para a execução do movimento (uma das principais vantagens do agachamento), ainda teremos maiores chances de lesões.
Com isso, manter a curvatura da coluna lombar (lordose) é um fator fundamental para a boa execução do agachamento. E isso, só será conseguido com treino da técnica e melhora da flexibilidade. Portanto, antes de achar que o agachamento em afundo é lesivo, pense em melhorar sua técnica.
FONTE: www.treinomestre.com.br
A falta de conhecimento técnico muitas vezes é a origem de grandes confusões e conceitos errados. Durante algum tempo (e em alguns casos, até hoje), o agachamento foi tido como um exercício "proibido", por lesionar joelho e coluna, principalmente na parte lombar. Mas hoje, sabe-se que isso não acontece.
O agachamento é um movimento multiarticular, composto por uma extensão de joelhos e de quadril, na fase concêntrica. Desta maneira. diversos músculos são solicitados.
Existem diversos estudos que comprovam que é possível ter uma relação boa entre a saúde articular da coluna em praticantes do agachamento.
O agachamento, quando executado de maneira correta, não sobrecarrega a coluna lombar. Mas para isso, as curvaturas fisiológicas da coluna sejam mantidas intactas. Se a coluna estiver posicionada da maneira como ela deve ser, ela não sofrerá cargas ou pressões aos quais não está adaptada.
Existe um fator fundamental nisso tudo. Em inúmeros casos, os praticantes executam o agachamento em afundo, sem a flexibilidade necessária. Assim, na fase final do movimento, a pelve entra em movimento conhecido como retroversão, que é o "giro" do quadril para frente. Isso faz com que os discos intervertebrais sejam comprimidos e, com isso, além de não estar usando o glúteo máximo para a execução do movimento (uma das principais vantagens do agachamento), ainda teremos maiores chances de lesões.
Com isso, manter a curvatura da coluna lombar (lordose) é um fator fundamental para a boa execução do agachamento. E isso, só será conseguido com treino da técnica e melhora da flexibilidade. Portanto, antes de achar que o agachamento em afundo é lesivo, pense em melhorar sua técnica.
FONTE: www.treinomestre.com.br
sábado, 3 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
ÔMEGA 3, 6 e 9: conheça o poder dessas substâncias essenciais para a saúde
Por Juliana Oliveira
Os "ômegas" são gorduras e trazem diversos benefícios para o organismo.
O mais famoso deles é o ômega 3, mas o ômega 6 e 9 também são super importantes para a saúde. Os ômegas" são ácidos graxos presentes em óleos vegetais e gorduras animais. Considerados "gorduras boas", eles desempenham papel importante na dieta alimentar.
Ômega 3: é considerado uma gordura poli-insaturada, fundamental para organismo. Sua composição conta com EPA - ácido eicosapentaenóico, que tem ação anti-inflamatório e melhora a circulação sanguínea - e DHA - ácido docosahexaenóico, que estimula o cérebro e a memória, além de ser poderoso antioxidante. Alimentos que possuem ômega 3: peixes de águas profundas e geladas, como sardinha, atum e salmão, semente de linhaça, nozes.
Ômega 6: mesmo não sendo tão conhecido quanto o anterior, essa gordura também é importante para o metabolismo, já que incentiva o desenvolvimento celular. Assim, é fundamental para o cérebro, pele, músculos e cabelo. Os principais alimentos com ômega 6 são: óleo de soja, óleo de canola, óleo de milho, sementes de gergelim, manteiga de amendoim.
Ômega 9: rico em lignanas, substâncias que agem de forma semelhante ao estrógeno, é indicado para as mulheres que sofrem com os sintomas de menopausa e TPM. Isso tudo porque amenizam a ansiedade, ondas de calor e irritabilidade. Para quem deseja reduzir algumas medidas, esse componente também reorganiza os depósitos de gorduras no organismo, impedindo que as células adiposas se concentrem na região abdominal. Pode ser encontrado em: azeite de oliva, abacate, amêndoas, azeitona e peixes.
FONTE: www.dermaclub.com.br
Os "ômegas" são gorduras e trazem diversos benefícios para o organismo.
O mais famoso deles é o ômega 3, mas o ômega 6 e 9 também são super importantes para a saúde. Os ômegas" são ácidos graxos presentes em óleos vegetais e gorduras animais. Considerados "gorduras boas", eles desempenham papel importante na dieta alimentar.
Ômega 3: é considerado uma gordura poli-insaturada, fundamental para organismo. Sua composição conta com EPA - ácido eicosapentaenóico, que tem ação anti-inflamatório e melhora a circulação sanguínea - e DHA - ácido docosahexaenóico, que estimula o cérebro e a memória, além de ser poderoso antioxidante. Alimentos que possuem ômega 3: peixes de águas profundas e geladas, como sardinha, atum e salmão, semente de linhaça, nozes.
Ômega 6: mesmo não sendo tão conhecido quanto o anterior, essa gordura também é importante para o metabolismo, já que incentiva o desenvolvimento celular. Assim, é fundamental para o cérebro, pele, músculos e cabelo. Os principais alimentos com ômega 6 são: óleo de soja, óleo de canola, óleo de milho, sementes de gergelim, manteiga de amendoim.
Ômega 9: rico em lignanas, substâncias que agem de forma semelhante ao estrógeno, é indicado para as mulheres que sofrem com os sintomas de menopausa e TPM. Isso tudo porque amenizam a ansiedade, ondas de calor e irritabilidade. Para quem deseja reduzir algumas medidas, esse componente também reorganiza os depósitos de gorduras no organismo, impedindo que as células adiposas se concentrem na região abdominal. Pode ser encontrado em: azeite de oliva, abacate, amêndoas, azeitona e peixes.
FONTE: www.dermaclub.com.br
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